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o que atrai o shopper de higiene e beleza?

Publicado em 9 de janeiro de 2015

Em 2013, o crescimento da cesta de Higiene e Beleza nos Autosserviços e Farmácias se deu pelo aumento do número de lares compradores e dos preços praticados. Esses dois canais têm alta sinergia, concentrando 70% desse shopper comprador da cesta.

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Quando olhamos para esta metade da população que compra H&B em ambos os canais, por conta da proximidade e Preço, o shopper valoriza na farmácia a Orientação que lhe é dada na hora da compra, bem como a garantia de encontrar o Produto de sua Preferência neste canal. Já a Agilidade na compra, é o atributo dos Autosserviços que se destaca para o shopper dos dois canais, seguido pelo Preço. É interessante notar que o shopper de H&B exclusivo para Autosserviços também encontra neste canal um ponto para Produtos de Preferência.

Fonte: http://www.nielsen.com

 

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CONSUMIDORES DA TERCEIRA IDADE: DESAFIOS E OPORTUNIDADES

Publicado em 22 de dezembro de 2014

Hoje quando uma pessoa com 60 anos de idade ou mais vai ao supermercado, pode ter dificuldade para encontrar o produto que precisa. Isso ocorre devido à falta de conhecimento da indústria e do varejo em lidar com esse tipo de público e mostra que ainda há muito a ser feito para satisfazer as necessidades dos consumidores mais velhos, que buscam conforto e bem-estar na hora da compra.

Comumente, a terceira idade possui necessidades nutricionais especiais, que implicam em uma alimentação restrita e limitações físicas que acabam dificultando suas compras. Mesmo correspondendo a mais de 13% da população brasileira, segundo o IBGE, os idosos sentem dificuldade em encontrar alimentos que satisfaçam suas necessidades e embalagens que contenham porções menores de alimentos e que tragam informações nutricionais legíveis.

Conforme a população idosa aumenta, seu poder aquisitivo também cresce, devido a diminuição de gastos com o grupo familiar. Muitos têm mais tempo para fazer compras e gastar mais que os consumidores mais jovens, que tem menos disponibilidade de tempo. Foi-se o tempo em que os idosos eram considerados alheios às decisões e as suas próprias escolhas. Cada dia mais, eles têm reconquistado o seu espaço como consumidores e chamam a atenção da indústria e do comércio. Segundo o Estudo Global A diferença de idade, 45% dos entrevistados idosos declara que uma alimentação saudável é a maior prioridade após a aposentadoria, isso mostra que a adequação da indústria e do varejo não é só uma necessidade, como também uma oportunidade de crescimento.

Baseados na ideia de que o Brasil é uma nação que está envelhecendo, temos que refletir sobre como atender essa demanda. Começar a avaliar como os varejistas e fabricantes de produtos enfrentam os desafios que surgem nessa etapa da vida é fundamental para compreender como oferecer maior conforto para a experiência de compra desse shopper que representa uma parcela significativa dos consumidores.

Fonte: http://www.nielsen.com
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Estudo Global sobre Alimentos para Lanches realizado pela Nielsen aponta que o mercado de Snacks está em ascensão. Esse tipo de alimento ganha mais espaço no cardápio das pessoas por sua praticidade – fator determinante para o consumidor, já que atualmente estes estão em busca de refeições cada vez mais rápidas e práticas.

Nesse contexto, mais de três quartos dos entrevistados (76%) consomem lanches com frequência, ou às vezes, para matar a fome entre as refeições ou satisfazer uma vontade. 45% consomem lanches como alternativa às refeições; 52% no café da manhã; 43% como almoço e 40% como jantar.

Mesmo com o crescimento do consumo de alimentos para lanches, a população apresenta maior preocupação com a saúde, o que sugere uma mudança de hábito. Nesse cenário, lanches sem açúcar são os que indicam forte crescimento. Alimentos que contenham apenas ingredientes naturais é um quesito considerado muito importante por 45% dos entrevistados ao redor do mundo e moderadamente importante por 32%. Outros fatores também são valorizados pelos entrevistados como a ausência de corantes artificiais (44%), organismos geneticamente modificados (43%) e sabores artificiais (42%). Alimentos sem cafeína também entram nessa lista, com 23%, e sem glúten, com 19%.

 

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Ainda sob essa visão, o estudo revela que 18% dos entrevistados declararam que as frutas frescas são o lanche preferido em uma lista com 47 opções diferentes. Na sequência, aparece o chocolate com 15%. Essas duas categorias de alimentos apresentaram mais que o dobro ou o triplo das respostas dos iogurtes (6%), pães/sanduíches (6%), queijo (5%), batatas fritas/chips de tortilhas/salgadinhos crocantes (5%), vegetais (5%) e sorvete de massa/gelato (4%).

Ainda que a pesquisa mostre essas preferências por determinados produtos, a escolha pelos alimentos para lanches costuma implicar em variedade e não apenas em um tipo. Segundo a pesquisa, em um período de 30 dias, ao menos metade dos entrevistados afirmou que consumiu chocolates (64%), frutas frescas (62%), vegetais (52%), bolachas/biscoitos (51%), pães/sanduíches (50%) e iogurtes (50%). Mais de quatro em cada dez entrevistados consumiram queijo (46%), batatas fritas/chips de tortilhas/salgadinhos crocantes (44%) e castanhas/sementes (41%). Um terço deles consumiu goma de mascar (33%) e tomou sorvete de massa/gelato (33%), enquanto um quarto comeu pipoca (29%), biscoitos salgados/pães torrados (28%) e cereais (27%). Os alimentos mais macios, como os bolinhos recheados (salgados 26%) e massas instantâneas (26%), também estiverem presentes no dia a dia dos entrevistados.

Fonte: http://www.nielsen.com
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VENDA DE HIGIENE E BELEZA SOBE DESDE O PLANO REAL

Publicado em 17 de outubro de 2014

A venda de itens de higiene e beleza tem crescido num patamar acima da média dos bens de consumo rápido, de acordo com pesquisa da Beauty Fair (Feira Internacional de Beleza Profissional, considerado o maior evento do setor nas Américas), realizada pela Nielsen. O estudo destaca que desde 1994, a cesta de Higiene e Beleza aumentou 185%, enquanto a média de crescimento dos itens de consumo rápido foi de 124% no tamanho da cesta.

O coordenador de atendimento ao varejo da Nielsen, Carlos Gouveia, considera que a venda de itens dessa categoria tende a ser preservada mesmo durante cenários de piora na economia.

Segundo o estudo, em 20 anos de Plano Real, a cesta de consumo de Higiene e Beleza nunca teve retração, crescendo quase três vezes durante este período. Tudo isso pode ser comprovado pelo grande número de produtos lançados só em 2014: 2.102 itens de higiene e beleza, enquanto a média de lançamentos de outros produtos (alimentos, bebidas, produtos de limpeza) é de 960 no mesmo período. Todos os meses os consumidores são ‘bombardeados’ com novos cosméticos e a ‘lista de desejos’ dos mais antenados vai crescendo. São dezenas de esmaltes, batons, xampus e perfumes que chegam às prateleiras dos supermercados e lojas e dominam o coração dos brasileiros.

“Os produtos do setor de beleza têm um apelo emocional que ajuda a preservar a autoestima dos brasileiros em cenários de tensão. Tanto que a compra por indulgência (“eu mereço”) aumenta em tempos de crise”, explica o coordenador.

O argumento de que o consumo de higiene e beleza se sustenta durante crises foi justificado por uma pesquisa que estudou o comportamento das famílias durante 2009, ano de deterioração na economia global. Naquele ano, apenas 17% das pessoas de um grupo entrevistado disseram que reduziriam gastos com abastecimento do lar e, dentre elas, 86% afirmaram que manteriam sua cesta de higiene e beleza.

Fonte: Nielsen

 

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