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VENDA DE HIGIENE E BELEZA SOBE DESDE O PLANO REAL

Publicado em 17 de outubro de 2014

A venda de itens de higiene e beleza tem crescido num patamar acima da média dos bens de consumo rápido, de acordo com pesquisa da Beauty Fair (Feira Internacional de Beleza Profissional, considerado o maior evento do setor nas Américas), realizada pela Nielsen. O estudo destaca que desde 1994, a cesta de Higiene e Beleza aumentou 185%, enquanto a média de crescimento dos itens de consumo rápido foi de 124% no tamanho da cesta.

O coordenador de atendimento ao varejo da Nielsen, Carlos Gouveia, considera que a venda de itens dessa categoria tende a ser preservada mesmo durante cenários de piora na economia.

Segundo o estudo, em 20 anos de Plano Real, a cesta de consumo de Higiene e Beleza nunca teve retração, crescendo quase três vezes durante este período. Tudo isso pode ser comprovado pelo grande número de produtos lançados só em 2014: 2.102 itens de higiene e beleza, enquanto a média de lançamentos de outros produtos (alimentos, bebidas, produtos de limpeza) é de 960 no mesmo período. Todos os meses os consumidores são ‘bombardeados’ com novos cosméticos e a ‘lista de desejos’ dos mais antenados vai crescendo. São dezenas de esmaltes, batons, xampus e perfumes que chegam às prateleiras dos supermercados e lojas e dominam o coração dos brasileiros.

“Os produtos do setor de beleza têm um apelo emocional que ajuda a preservar a autoestima dos brasileiros em cenários de tensão. Tanto que a compra por indulgência (“eu mereço”) aumenta em tempos de crise”, explica o coordenador.

O argumento de que o consumo de higiene e beleza se sustenta durante crises foi justificado por uma pesquisa que estudou o comportamento das famílias durante 2009, ano de deterioração na economia global. Naquele ano, apenas 17% das pessoas de um grupo entrevistado disseram que reduziriam gastos com abastecimento do lar e, dentre elas, 86% afirmaram que manteriam sua cesta de higiene e beleza.

Fonte: Nielsen

 

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Muitos já sabem, o consumidor não é puramente racional e, por isso, sua volatilidade é cada vez mais levada em conta pelas marcas de diversos setores. Até 95% de toda informação processada no cérebro pertencem ao implícito, ao não-verbal, ou seja, ao inconsciente. Nesse cenário, o desafio de desvendar os desejos dos consumidores ganhou complexidade. Algumas grandes empresas passaram, então, a recorrer ao Neuromarketing nessa empreitada, num processo consideravelmente mais caro do que as pesquisas tradicionais e proibitivo para negócios menores. Com o desenvolvimento da tecnologia, entretanto, as médias já podem – e devem – ampliar suas análises para o campo emocional de seu público-alvo.

Levar consumidores para um laboratório e plugar fios em sua cabeça para analisar as respostas cerebrais ou ainda colocá-los em uma máquina capaz de fazer um mapeamento funcional por ressonância magnética (do inglês functional magnetic ressonance imaging – fMRI) ainda é economicamente inviável para a maioria das companhias. Outras técnicas e equipamentos, no entanto, estão barateando-se rapidamente e, consequentemente, popularizando-se no mercado, especialmente o norte-americano.

A codificação facial, o Teste de Associação Implícita e o eye tracking são algumas das técnicas que já são aplicadas em consumidores até pela internet, com uso de webcams e, agora, com os óculos inteligentes. “A neurociência do consumo é ampla e está se tornando mais acessível e portátil. Os preços estão caindo muito rapidamente se comparado com o que era cobrado cinco ou até três anos atrás. As técnicas também estão se tornando escalonáveis à medida que podem ser aplicadas pelo computador”, afirma Franck Sarrazit, Diretor de Brand e Comunicação para a Região Américas da TNS, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Técnicas “por streaming”
A tendência, dizem os especialistas, é de que esses experimentos possam ser oferecidos, em breve, do mesmo modo em que se aluga filmes e músicas por streaming na web. “Os detentores da tecnologia estão se capacitando para oferecer as análises sob demanda. Você poderá entrar no site da pesquisadora, colocar os dados de seu cartão de crédito, selecionar os objetivos e esperar os resultados. Ao ser feito pelo computador, torna-se mais fácil dar escala aos testes”, analisa Sarrazit, que veio ao Brasil para evento de Inteligência de Mercado da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA).

Nos Estados Unidos, algumas empresas já estão investindo em seus próprios equipamentos, uma vez que uma webcam ou um Google Glass podem ser suficientes para registrar as reações dos consumidores e seus sinais não-verbais lidos por especialistas na área. As emoções das pessoas ficam evidentes, muitas vezes, por suas expressões, que são interpretadas na técnica de codificação facial.

Já o Teste de Associação Implícita inclui uma série de perguntas ao consumidor que são feitas de modo a detectar o que ele pensa, mas nem sempre diz. O Instituto de Harvard disponibiliza na web uma série de testes de demonstração do uso da técnica que apontam se o usuário tem uma preferência automática por indivíduos de determinada faixa etária, cor, país, peso, orientação sexual, entre outros.

Movimento de convergência
 – Há ainda o eye tracking, mais usado no varejo, em que óculos inteligentes ou uma câmera acoplada ao rosto do consumidor registra os movimentos dos olhos dele e para quais produtos ele olha nas gôndolas. A técnica é a mais difundida no mercado e também pode servir para avaliar para onde a atenção dele é atraída em um shopping. “Esses métodos já são intensamente explorados nos Estados Unidos e há empresas que investem em seus próprios equipamentos. Existem aplicativos para Google Glass que leem as emoções das pessoas. Essa tecnologia está se desenvolvendo muito rapidamente”, acrescenta o Diretor da TNS.

Atualmente, há players no mercado que disponibilizam soluções mais completas. Se alguns anos atrás havia os fornecedores de análises biométricas e outros de pesquisas tradicionais, a tendência agora é pela convergência, num movimento percorrido, por exemplo, pela Ipsos. Este ano, a companhia fechou parceria com a londrina Realeyes para poder aproveitar melhor os sinais da linguagem do corpo e do rosto em suas análises. Com isso, o serviço de codificação facial já é oferecido em 15 países pela empresa, inclusive o Brasil.

As técnicas já são amplamente usadas para testes em anúncios publicitários, sejam impressos, em televisão ou na internet, e para o ambiente de compras. Vem crescendo, mais recentemente, a adoção também na área de Pesquisa & Desenvolvimento, na criação e melhora de produtos. A L’Oréal é uma das marcas que já recorreu ao Neuromarketing para saber como está a aceitação dos consumidores a seus produtos.

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Case L`Oréal
A empresa convidou algumas clientes para um teste de um creme para o rosto voltado para peles oleosas. Elas foram fotografadas com o item da marca e depois com o do concorrente, sem verem o resultado no espelho. Na sequência puderam olhar as imagens e os impulsos cerebrais em cada um dos casos foi registrado e analisado, para verificar qual das fotos chamava mais atenção. As respostas de atenção e de emoção foram mais intensas nas fotos com o creme da L’Oréal.

Para a marca, a técnica é interessante principalmente porque a questão da estética e da beleza não é racional. “O que é bonito para um é feio para outro. Também temos a questão de o brasileiro ter mais a tendência de ser bonzinho em pesquisa. Somos mais cordiais, menos diretos em críticas do que os europeus, por exemplo”, destaca Paula Costa, CMO da marca francesa no Brasil, que participou do evento realizado pela AmCham Rio sobre “Neurociência Aplicada à Publicidade: Aprendizados da Pesquisa Brain”.

Fonte: Mundo do Marketing

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Perfil do jovem consumidor busca maior interatividade com empresas e produtos que transmitam algum valor. Atuação deve acontecer nos meios on e offline simultaneamente

Lidar com o público jovem é um dos grandes desafios para as companhias. Ávido por inovações, ele busca empresas em que se sinta representado e faça parte de sua rotina. As relações de comunicação também seguem em constante transformações. Antes feitos por meio de anúncios, elas passaram a transitar em redes sociais e, hoje, é na experiência do consumidor que o nome do produto é lembrado.

Atualmente, o perfil dessa geração demonstra um maior interesse por informações. Onde quer que eles estejam, estão conectados. De acordo com a pesquisa Radar Jovem, da agência B2, a internet é o local de maior audiência desse grupo que tem entre 18 e 25 anos, ficando as redes sociais com 43%, os portais com 35% e os blogs com 7%. As mídias tradicionais – TV, jornal e revistas – juntas, somam 15%, tendo pouca atratividade para a turma que espera uma resposta imediata das empresas. O tempo gasto online é de cerca de seis horas por dia. Durante esse período, no entanto, o jovem não gosta de ter interferência de anúncios.

Ele valoriza marcas que se comunicam bem com os internautas e realizam ações interativas. O caminho para as companhias, agora, deve ser manter-se relevante a ponto de a pessoa levá-la para outras. “Eles consomem pautados em indicações. O desafio é chegar até o Whatsapp, uma vez que lá não existem anúncios e as conversas são feitas naturalmente. Se a marca conseguir ser lembrada por lá, ela obteve sucesso, porque as informações são totalmente relativas aos seus interesses. Deve haver uma reflexão de como se fazer campanhas a partir de agora”, afirma Ricardo Buckup, Sócio-Fundador da B2, em entrevista ao Mundo do Marketing.

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Mobile em alta
Em 2014, o uso de smartphones aumentou e fez com que as informações convergissem para o aparelho. Estar ligado ao que acontece on e offline simultaneamente passou a ser normal e um não anula o outro. “Esses rapazes e moças não distinguem meios diferentes, porque tudo está atrelado. O jovem não desconecta mais e é por isso que o produto tem que estar presente frequentemente com ele. Um dia, chegaremos a esse nível inteligente de comunicação de conseguir fazer algo para massa, mas sem parecer que é”, conta Ricardo Buckup.

Para as empresas que atuam diretamente com questões de tecnologia e telecomunicações, ter a aprovação dessa parcela da sociedade é sinônimo de sucesso. É preciso, entretanto, estar atento aos detalhes, porque um serviço de conexão falho leva o nome de uma companhia a ser rechaçado por esses clientes. Segundo a pesquisa Radar Jovem, três operadoras de telefonia (Tim, Vivo e Oi) estão entre as marcas mais citadas quanto a desrespeito ao consumidor. Esse público cobra mais desses empresários, e qualquer erro pode denegrir a imagem da corporação.

Associado ao novo estilo de vida, os hardwares e o design de um celular são tão desejados quanto uma velocidade de internet alta. Por este motivo, há um interesse em marcas criativas e que abrem novas possibilidades a esses usuários. A Apple foi o nome mais lembrado na pesquisa como sinônimo de inovação, citada por 49% dos entrevistados, além de estar como Top of Mind em status e juventude. “Quando perguntamos com quem eles se identificam, ela foi apontada por 15%. Acredito que seja pela forma com que trabalham, uma vez que ela se conecta muito com o que o jovem quer e a resposta aos desejos é dada rapidamente. Ela é friendly e autodidática, por isso tomou a ponta em diversas perguntas da pesquisa”, afirma Buckup.

Poder de influência
O interesse em estar sempre atualizado e possuir o que é melhor faz com que este público torne-se influenciador no seu meio, mesmo entre amigos de idade semelhante. Ele é referência para os pais e irmãos mais novos. Se levanta qualquer crítica a um produto, o eco tende a acontecer. A Samsung foi lembrada como inovadora por 7% dos entrevistados e também por possuir atraso tecnológico por 3%. Esses dois extremos mostram que a empresa divide as opiniões, mas precisa gerir os pontos de crise, uma vez que podem aumentar conforme o boca a boca acontece.

O círculo de amizade é extremamente decisivo e capaz de mudar ações já preestabelecidas. O consumo surge a partir da indicação e se ele tiver dúvidas sobre algum item, será o colega que ajudará a definir uma escolha. “Essa turma não quer testar e arriscar, quer consumir o que funciona e dá certo. Por isso, busca a experiência de outros. Eles pensam no hoje e querem fazer acontecer no presente”, afirma o Sócio-Fundador da B2.

A busca por qualidade também é válida para o próprio corpo. Essa geração quer se sentir saudável esteticamente e está cada vez mais vaidosa. Isso não significa, entretanto, que os jovens estejam longe das contradições. Mesmo com a expectativa de, em 10 anos, estarem magros, uma das marcas mais lembradas como sinônimo de juventude foi a Coca-Cola, algo que muitos condenam na rotina fitness. “Isso se deve não apenas ao fato desses rapazes consumirem a bebida, como também da comunicação da multinacional, que é forte e se faz lembrada”, conta Buckup.

Amadurecimento
Planejar e não fazer acontecer é algo normal para esse público, que se considera um consumidor moderado (56%). Caso haja uma oferta interessante ou uma sugestão de amigos, ele poderá desembolsar uma quantia que não estava programada. “O jovem é o que mais faz compras por impulso, por causa da sua inexperiência. Ele é aberto a indicações e, independente de classe social, pode adquirir o produto. A diferença é o número de parcelas. Ele não quer saber quanto é e sim como ter. Precisa para hoje”, conta Ricardo Buckup.

Sua impulsividade pode dar a impressão de que o jovem é consumista, mas o destino da renda revela um outro perfil. A educação vem em primeiro lugar nos gastos, tanto para a classe A e B, quanto para a C, com 29% e 28%, respectivamente. Este item também é visto como um investimento, já que o merecimento de salário maior se justifica pelos gastos com estudos e aprimoramento profissional. É uma geração que investe em si tanto para o mercado de trabalho como para o lado pessoal.

Uma novidade nesse público diz respeito à alocação de recursos em espiritualidade, que aparece em segundo lugar para a classe média e em sétima na classe alta. “Não imaginávamos que a religião consumisse uma fatia representativa do salário deles. Isso pode ser não apenas o dízimo, como ingressos para eventos da igreja, bíblias ou CDs de música gospel, mas só de eles destinarem essa verba para o canal mostra que eles não são materialistas como muitos imaginavam”, conta Buckup.

Hoje é mais importante
As maneiras com que esse público gasta o seu dinheiro são baseadas no momento presente. Ainda assim, para 18% das classes A e B, poupar para o futuro faz parte da rotina financeira, enquanto esse pensamento só existe para 11% da Classe C. Esse comportamento denota uma falta de preocupação com aquilo que o jovem não pode controlar. Pensar um dia de cada vez e adequar as situações sem sofrer faz parte do perfil da nova geração. Como o futuro é incerto, ela não olha para lá e pensa apenas no que quer adquirir hoje.

Para as empresas imergirem nesse meio, é preciso manter o pensamento equivalente ao deles e ser flexível. “Quem quiser entrar no cotidiano desta geração precisa estar alinhado com seu modo de viver. Planos a longo prazo não fazem sentido dentro dessa rotina. As regras e imposições perdem espaço em uma geração que muda constantemente os seus objetivos. Quanto mais for limitador, mais rápido esse consumidor se afasta”, conta Buckup.

Por esse motivo, as marcas que gerenciam suas crises, respondem de forma informal e vão até onde esse público está conseguem receber um retorno maior e positivo dos clientes. É preciso se pensar rápido como a juventude e possuir uma equipe com essa linguagem. “Trazer novas ideias e profissionais da mesma geração facilita na tomada de decisão, uma vez que eles são o público-alvo também”, afirma Ricardo.

Fonte: Mundo do Marketing

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PROJETO CAMINHOS PROFISSIONAIS

Publicado em 18 de agosto de 2014

A Sulprint conclui mais uma turma do Projeto “Caminhos Profissionais“, que tem como objetivo levar conhecimento aos filhos dos profissionais e jovens carentes da comunidade, com idade entre 14 e 21 anos, aproximando-os do mercado de trabalho. Durante 6 encontros, são abordados assuntos relacionados à relações humanas, finanças pessoais, empreendedorismo, indústria, qualidade, segurança e noções de Pré impressão.

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Veja alguns depoimentos:

“O Projeto Caminhos Profissionais trouxe experiências de vida como exemplos para minha jornada. Levo um conhecimento extraordinário, passei por algo que não imaginei e me sinto amadurecida, pois realmente estou grata pela oportunidade. A partir desse projeto aprendi que devo manter as metas em primeiro lugar e lutar pelos meus sonhos e agarrar todas oportunidades que surgirem.”

Vanessa Barbian

Participante do Projeto

 

“Gostaria de agradecer por essa oportunidade única, fiquei muito feliz por participar e aprender muitas coisas, principalmente na área de finanças pessoais, onde eu pude aprender e tive uma força a mais para começar a trilhar meu caminho. Muito obrigada!”

Leticia Maria Vedoy de Oliveira

Contratada como Jovem Aprendiz após o término do Projeto

 

“Saio deste curso com muito mais bagagem de quando entrei, uma bagagem de sabedoria. Muito mais convicto do que quero para meu futuro. O que mais gostei foi da parte da pré impressão da embalagem, que é uma parte que exige criatividade e me identifico muito.”

Marcos Vinicius Tavares Maske

Contratada como Jovem Aprendiz após o término do Projeto

 

“Para mim foi muito gratificante passar esses 7 sábados conhecendo pessoas novas e aprendendo. Hoje o que eu levo são duas palavras chaves, que desde o inicio do curso ouvi “FOCO E PERSISTÊNCIA” , ser empreendedor para lutar por aquilo que realmente se deseja.”

Franciele Elisa Luedtke

Franciele foi contratada pela empresa, é filha de um profissional Sulprint

 

“Gostei muito do curso, levo aprendizado, novas amizades e conhecimento. Levo que na vida temos que ter sonho e foco, não desistir jamais e lutar sempre. A cada oportunidade agarrar com toda a força e colocar foco nos sonhos. Foram exemplos de vida, motivação!”

Mayara Rodrigues

Participante do Projeto

“Este projeto me realiza não só como profissional, mas como ser humano, pois acredito que cada um de nós tem muito mais a aprender do que ensinar. A experiência que tive nas turmas que realizamos, me dá a certeza de que precisamos investir nos jovens, dar a eles a expectativa de sonhar, de acreditar que podem fazer um Brasil diferente, que podem ser pessoas diferentes, independente de classe social, cor ou religião. Mostrar a eles que com persistência e dedicação é possível chegar onde queremos, basta ter foco!”

Elisângela Reis Gerente de RH

Instrutora do Projeto

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A Realidade Aumentada vem ganhando cada vez mais espaço nas gôndolas, através desta inovadora ferramenta, o consumidor pode interagir com os seus produtos. Imagine desenvolver um sorteio, um game ou até mesmo divulgar suas promoções através da análise de símbolos.

Ao acessar um hotsite específico para uso da Realidade Aumentada, o internauta deverá apontar o símbolo para uma webcam ou câmera do smartphone ou tablet, e a análise do mesmo projetará a imagem programada em tempo real.

Esta ferramenta atrai o público-alvo para o canal online de sua empresa, proporcionando interação de forma inovadora. Pode-se prover o símbolo nas embalagens, em catálogos, cenários virtuais, revistas, folders, jornais e no próprio site.

No Brasil a R.A. está ganhando mais notoriedade através dos símbolos e no Japão, embalagens já oferecem realidade aumentada com “toque” do consumidor, como é o caso da fabricante de alimentos Glico, que adotou uma novidade high-tech nas embalagens de seus snacks Pretz e Pocky. A empresa criou um jogo de realidade aumentada para divulgar a animação em 3-D Stand By Me, estrelada por Doraemon, popular personagem de mangás e desenhos animados daquele país.

Embalagens flexíveis e de papel cartão trazem desenhos para colorir, que as crianças podem pintar do jeito que quiserem. Ao instalar um aplicativo em smartphones ou tablets, iniciá-lo e apontar a câmera do aparelho para as embalagens, as figuras personalizadas ganham vida.

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O sistema processa a imagem e converge o mundo real em mundo virtual com um nível de detalhes impressionante, esta ferramenta permite a projeção real time de objetos 3D em vídeo.

Em tempos de tecnologia, as pessoas se tornam cada vez mais curiosas à respeito de novidades e inovações, quem souber utilizar as novas ferramentas ao seu favor, certamente ganhará destaque.

 

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